Modelo de recibo de aula particular (com PIX)
Recibo de aula particular serve para duas coisas: dar à família um comprovante do que foi pago e encerrar, antes que comece, a conversa sobre quantas aulas tiveram naquele mês. Abaixo estão o que precisa constar, um modelo pronto para copiar e o jeito de informar o PIX que não gera erro de digitação.
O que precisa constar
- Título: a palavra "Recibo", para o documento se identificar sozinho
- Quem recebeu: seu nome completo e CPF (ou CNPJ, se você emite como empresa)
- Quem pagou: nome completo e CPF do responsável
- Valor em número e por extenso — é o que evita alteração de um dígito
- O que foi pago: quantidade de aulas, matéria e nome do aluno
- Período de referência: data inicial e final das aulas cobradas
- Forma de pagamento: PIX, dinheiro, transferência
- Cidade e data da emissão
- Assinatura — no digital, seu nome completo já cumpre o papel
Os dois itens que mais faltam nos recibos improvisados são o período e a quantidade de aulas — e são justamente os que fazem o documento resolver dúvida em vez de criar.
Modelo pronto para copiar
Troque o que está entre colchetes. Toque no bloco para selecionar tudo de uma vez.
Recebi de [nome completo do responsável], CPF [000.000.000-00], a quantia de R$ 390,00 (trezentos e noventa reais), referente a 4 (quatro) aulas particulares de [matéria] ministradas a [nome do aluno], no período de [01/09/2026] a [30/09/2026].
Forma de pagamento: PIX
Chave PIX: [sua chave]
Recebedor: [seu nome completo]
[Cidade], [data].
______________________________
[Seu nome completo] — CPF [000.000.000-00]
Modelo curto, para o WhatsApp
É o formato que a maioria usa na prática. Mais curto, mesma função — desde que período, aulas e valor estejam ali.
Período: 01/09 a 30/09
Aulas: 4 (dias 03, 10, 17 e 24)
Valor: R$ 390,00
PIX: [sua chave] — [seu nome]
Qualquer dúvida me chama. Obrigado!
Listar as datas das aulas parece detalhe, mas é o que transforma o valor em algo conferível — e ninguém questiona uma conta que pode verificar.
Como informar o PIX
Chave e nome do recebedor, sempre juntos
A família confere o nome antes de confirmar a transferência. Chave sozinha gera aquela mensagem de "apareceu outro nome, é você mesmo?" — e a cobrança para ali até você responder.
QR Code com o valor embutido é melhor que chave
Um QR Code de valor definido remove os dois pontos onde o pagamento erra: digitar a chave e digitar o valor. A pessoa aponta a câmera e confirma.
Copia e cola funciona em qualquer banco
Nem todo mundo abre a câmera dentro do aplicativo do banco. O código no formato copia e cola cobre quem prefere colar, e é o mesmo dado do QR Code.
Recibo não é nota fiscal
Os dois documentos convivem e não se substituem. O recibo comprova que o pagamento aconteceu entre você e a família. A nota fiscal é documento fiscal, e a obrigação de emitir depende do seu regime de trabalho e das regras do seu município.
Na prática: para o dia a dia da mensalidade, o recibo resolve. Se alguma família pedir nota — para reembolso ou dedução —, vale confirmar com um contador o que se aplica ao seu caso antes de prometer o documento.
Preencher isso todo mês é o problema seguinte
O modelo acima resolve o recibo de hoje. O trabalho aparece no terceiro mês, com oito alunos: conferir quais aulas aconteceram, somar, aplicar o desconto de quem pagou em dia, descontar a aula que ficou como crédito — e repetir oito vezes.
É exatamente isso que o Aulvi faz sozinho: as aulas confirmadas na agenda entram somadas no recibo do período, com desconto e crédito já calculados, e o sistema devolve a mensagem pronta com link público e sua chave PIX — para você só colar na conversa.
Antes disso: como definir o valor da mensalidade e a regra de faltas →
Perguntas frequentes
Quem recebeu e quem pagou (nome e CPF dos dois), o valor em número e por extenso, o que foi pago (quantidade de aulas, matéria e nome do aluno), o período de referência, a forma de pagamento, cidade, data e assinatura. Faltando o período ou a quantidade de aulas, o recibo perde justamente a função de encerrar dúvida sobre o mês.
Não. O recibo é um comprovante particular entre as duas partes e vale assinado, em papel ou em arquivo digital. Reconhecimento em cartório só faz sentido em situações específicas, que não são o caso de mensalidade de aula.
Não. São documentos diferentes: o recibo comprova que o pagamento aconteceu entre vocês; a nota fiscal é documento fiscal, e a exigência depende do seu regime de trabalho e das regras do seu município. Se a família precisa de nota — para reembolso de plano de estudos ou dedução, por exemplo — confirme com um contador o que se aplica ao seu caso.
Sim, e é o formato mais usado hoje. O que importa é que o conteúdo esteja completo: período, aulas, valor e forma de pagamento. Mensagem escrita cumpre a função de registro tão bem quanto papel — e fica guardada na conversa dos dois lados.
Informe a chave e o nome do recebedor, para a família confirmar que está pagando para a pessoa certa antes de confirmar a transferência. Um QR Code com o valor já embutido é melhor ainda: elimina erro de digitação de chave e de valor, que é onde o pagamento trava.
Um por período de cobrança. Se você cobra mensalidade, um recibo por mês, cobrindo todas as aulas daquele período. Recibo por aula multiplica o trabalho e não acrescenta nada — a soma do mês é justamente o que a família quer conferir.